quinta-feira, 24 de setembro de 2009

OPOSTOS

7 comentários:

Anónimo disse...

Acho que nem sempre os opostos se atraem, acho que muitas vezes os opostos traiem, o que é bem diferente....

eumesma disse...

É outro ponto de vista, mas que me deixa triste que penses dessa forma. É verdade que parece acontecer isso cada vez mais. As pessoas estão a ficar cobardes para revelarem o que sentem e para enfrentar as consequência dos seus actos.

Anónimo disse...

A realidade muitas vezes é dura. Ontem, hoje, amanha, e sempre homens e mulheres vão sempre querer provar o fruto proibido!

maria disse...

Eu acho que nós mulheres só traimos porque os homens são uns mentirosos e só querem sexo, e nós não somos como eles, se traimos é por amor.

Anónimo disse...

Sento-me no chão frio da varanda e penso em ti. Não imaginas as saudades que tenho tuas. Não interessa se partiste há um minuto, um dia, um mês, só sei que o coração deu o alerta e que se encontra a sangrar mais do que é habitual. Tu não estás! (Onde estás tu?) E esta mágoa que me invade deixada pela tua ausência dá lugar às saudades…de te ver dormir, de velar o teu sono profundo com a vã ilusão que talvez sonhes comigo. Saudades…de te sorrir ao acordar e no meu sorriso ter o poder de te oferecer 24 horas plenas de felicidade. Tenho ainda saudades de te colocar um beijo ternurento de Bom Dia nas pestanas ensonadas dos teus olhos. Saudades de te abraçar, bem apertadinho, com toda a minha frágil força, abraçar contra o teu peito e sentir a pulsação dos nossos corações a bater em uníssono. Saudade, ainda, do arrepio que me percorre a pele branca sempre que te moves, sempre que te aproximas. Saudades… do gosto licoroso a que sabes quando me beijas, dos teus lábios que me despertam os sentidos e dessa tua língua que me acorda os prazeres. Tenho ainda uma saudade imensa, da imensidão dos teus olhos, que as nuvens invejam o tom e o mar inveja a profundidade. Saudade, sofrida, de entrelaçar os meus, nos teus dedos, amalgamando assim o toque dos corpos. Tenho saudades de coisas tão insignificantes… da mesma forma que tenho daquelas, que são e foram, as mais importantes... como a tua voz sibilante a sussurrar baixinho ao meu ouvido… o quanto me amas… o quanto me desejas… de sentir essa mão-travessa a invadir o interior das minhas calças, a deslizar segura até ao contorno do meu orgão tão viril, de percorrer com avidez a silhueta do meu corpo nu. Saudades…de sentir entrar em ti pelas janelas do teu corpo, pela porta da tu vida, pela cave dos teus medos, pelo sótão tos meus sonhos e de te sentir fechar a sete chaves todo o teu amor e atirar ao vento o cadeado...

Anónimo disse...

isto anda muito parado

martafilipa disse...

lindo :)
é caso para dizer e vendo os comentários que, uma imagem vale mais que mil palavras!